quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mulher entra na Justiça para impedir que papagaio vá embora de casa em Goiânia


  • Romilda segura o papagaio Lourinho em Goiânia
    Romilda segura o papagaio Lourinho em Goiânia


A disputa pela guarda de um papagaio em Goiânia chegou à Justiça Federal. Responsável pela ave há 32 anos, a dona de casa Romilda Justina Franco, 62, moradora do Parque Acalanto, aguarda a decisão judicial para que sua rotina volte ao normal.
Ela disse que está apreensiva com a possibilidade de perder o papagaio Lourinho, que se tornou companhia após a morte do filho, Euler Deolindo Franco, assassinado aos 29 anos dentro de um quartel militar em Goiânia, em 2004.
Romilda diz recordar que a ave foi encontrada por seu filho numa cerca da chácara na região metropolitana de Goiânia, em 1980. Desde então, o animal foi levado para a casa da família, onde tem um viveiro de 15 metros quadrados com duas árvores, e ali ficou.
A confusão começou quando um morador da região fez denúncia ao Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) reclamando do barulho emitido pela ave. Antes da denúncia, Romilda solicitou a guarda doméstica do animal, em 2010, e o processo teria ficado parado até o primeiro trimestre deste ano.

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