Há cerca de dois meses, sentimentos de agonia e desespero tomam conta da casa da servidora pública Andréia Gabriel Alves, em Anápolis, no interior de Goiás. O sofrimento é porque a filha mais velha, Julia Gabriele, tem paralisia cerebral e necessita de cuidados especiais, entre eles um leite especial, que foi suspenso pela Secretaria Municipal de Saúde. A criança tem 8 anos e pesa apenas 10 quilos. Para comprar o leite de apenas uma única marca, a mãe precisa então desembolsar R$ 40 reais por lata, sendo que a menina precisa consumir 12 latas de leite por mês. O pior, diz a mãe, é que cada uma delas dura apenas três dias. Como a filha é alimentada somente por uma sonda e tem grande facilidade para perder peso, uma nutricionista receitou o leite especial. O indicado, segundo Andréia, é que ela ingerisse cinco colheres do produto dez vezes ao dia, mas, por causa da dificuldade em conseguir o produto, ela está tomando apenas a metade do que foi receitado. De acordo com a mãe, o leite é dado à filha sempre intercalado com outras refeições. Desesperada e sem condições financeiras para custear o tratamento, Andréia diz que não sabe o que fazer e pede ajuda às pessoas que se solidarizarem com o caso. Em nota, a Secretaria de Saúde de Anápolis informou que, neste momento, não está contemplado o fornecimento de leites especiais e que o único meio de fornecer o suplemento é através de uma licitação "que pode levar algum tempo".quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Mãe luta por leite especial para filha de 8 anos que pesa apenas 10 kg
Há cerca de dois meses, sentimentos de agonia e desespero tomam conta da casa da servidora pública Andréia Gabriel Alves, em Anápolis, no interior de Goiás. O sofrimento é porque a filha mais velha, Julia Gabriele, tem paralisia cerebral e necessita de cuidados especiais, entre eles um leite especial, que foi suspenso pela Secretaria Municipal de Saúde. A criança tem 8 anos e pesa apenas 10 quilos. Para comprar o leite de apenas uma única marca, a mãe precisa então desembolsar R$ 40 reais por lata, sendo que a menina precisa consumir 12 latas de leite por mês. O pior, diz a mãe, é que cada uma delas dura apenas três dias. Como a filha é alimentada somente por uma sonda e tem grande facilidade para perder peso, uma nutricionista receitou o leite especial. O indicado, segundo Andréia, é que ela ingerisse cinco colheres do produto dez vezes ao dia, mas, por causa da dificuldade em conseguir o produto, ela está tomando apenas a metade do que foi receitado. De acordo com a mãe, o leite é dado à filha sempre intercalado com outras refeições. Desesperada e sem condições financeiras para custear o tratamento, Andréia diz que não sabe o que fazer e pede ajuda às pessoas que se solidarizarem com o caso. Em nota, a Secretaria de Saúde de Anápolis informou que, neste momento, não está contemplado o fornecimento de leites especiais e que o único meio de fornecer o suplemento é através de uma licitação "que pode levar algum tempo".
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Peçam para a mãe procurar a Defensoria Pública.
ResponderExcluirVoces conseguem o contato desta mãe?! Qual a marca do leite?...
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