Ao todo, 36 presos fugiram, na tarde deste sábado (2), do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado na Zona Rural de Manaus. O número foi confirmado pelo secretário-executivo de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus), coronel Bonates. Segundo ele, os detentos saíram por um túnel nos fundos do presídio. De acordo com a polícia , quatro carros estavam na frente da cadeia dando suporte à fuga dos detentos, que se comunicavam com pessoas de fora do presídio por celular. Mais de 100 policiais militares foram deslocados para o local, onde são realizadas buscas em uma mata em área próxima à cadeia. Além disso, os policiais auxiliaram na contagem dos detentos. Foi constatada a ausência de 36 presos. Os presos saíram da cadeia por um buraco de um metro de altura por 1,90m de largura no muro que teria sido feito pelos próprios detentos. A rota de fuga foi fechada por agentes da Sejus para evitar que mais presos tentassem escapar. No momento da fuga, um dos detentos atirou para o ar. O barulho do tiro assustou familiares de outros presos, que acreditavam que haviam pessoas mortas ou feridas no local. No entanto, a informação foi negada pelo departamento de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que vistoriou a cadeia. Todas as celas foram checadas e nenhum preso ferido foi identificado. No entanto, não há informação se algum dos fugitivos chegou a ser baleado. A Sejus afirmou ainda que deverá ser aberto inquérito policial e sindicância administrativa para apurar a fuga em massa. "Esse túnel não foi feito de um dia para o outro. Além disso, eles precisam de determinados materiais para fazer este buraco. Vamos apurar se houve falha na fiscalização", afirmou o secretário-executivo da pasta.domingo, 3 de março de 2013
Mais de 30 presos fogem de presídio de Manaus por túnel, afirma Sejus
Ao todo, 36 presos fugiram, na tarde deste sábado (2), do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado na Zona Rural de Manaus. O número foi confirmado pelo secretário-executivo de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus), coronel Bonates. Segundo ele, os detentos saíram por um túnel nos fundos do presídio. De acordo com a polícia , quatro carros estavam na frente da cadeia dando suporte à fuga dos detentos, que se comunicavam com pessoas de fora do presídio por celular. Mais de 100 policiais militares foram deslocados para o local, onde são realizadas buscas em uma mata em área próxima à cadeia. Além disso, os policiais auxiliaram na contagem dos detentos. Foi constatada a ausência de 36 presos. Os presos saíram da cadeia por um buraco de um metro de altura por 1,90m de largura no muro que teria sido feito pelos próprios detentos. A rota de fuga foi fechada por agentes da Sejus para evitar que mais presos tentassem escapar. No momento da fuga, um dos detentos atirou para o ar. O barulho do tiro assustou familiares de outros presos, que acreditavam que haviam pessoas mortas ou feridas no local. No entanto, a informação foi negada pelo departamento de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que vistoriou a cadeia. Todas as celas foram checadas e nenhum preso ferido foi identificado. No entanto, não há informação se algum dos fugitivos chegou a ser baleado. A Sejus afirmou ainda que deverá ser aberto inquérito policial e sindicância administrativa para apurar a fuga em massa. "Esse túnel não foi feito de um dia para o outro. Além disso, eles precisam de determinados materiais para fazer este buraco. Vamos apurar se houve falha na fiscalização", afirmou o secretário-executivo da pasta.
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