
Advogados observam enquanto goleiro Bruno chora durante
sessão em Contagem
O primeiro dia do júri popular do
goleiro Bruno Fernandes e de sua ex-mulher Dayanne Rodrigues foi marcado pelo
choro do atleta durante a sessão. O julgamento foi iniciado nesta segunda-feira
(4) no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). O
júri popular começou às 11h45 e foi encerrado às 19h20. O julgamento recomeça
nesta terça-feira (5) às 9h.
Bruno responde pela morte e
ocultação de cadáver de Eliza Samudio e pelo sequestro e cárcere privado do
filho que teve com a jovem. A ex-mulher Dayanne Rodrigues responde pelo crime
de sequestro e cárcere privado da criança.
No início do júri, o goleiro
estava com uma bíblia e lia passagens do livro dentro da sala.
Jurados escolhidos.
Cinco mulheres e dois homens formam
o Conselho de Sentença que dará o veredicto – culpado ou inocente – no
julgamento do goleiro e de sua ex-mulher.
O julgamento começou depois que a
juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues negou a retirada do atestado de óbito de
Eliza Samudio do processo. O pedido foi feito pela defesa de Bruno.
Testemunhas dispensadas e
ausentes.
Após o sorteio do júri, os
advogados decidiram dispensar sete das 15 testemunhas inicialmente arroladas. A
expectativa da Justiça é que o julgamento dure três dias úteis e termine nesta
quarta-feira (6). Das 15 testemunhas inicialmente arroladas, cinco eram de
acusação e 10 de defesa (cinco para cada
réu). As testemunhas ausentes são Jorge Luiz Rosa, primo de Bruno, que havia
arrolado tanto pela defesa quanto pela acusação, e Almir Borges Matos, que é
conhecido do goleiro, arrolado pela defesa.
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