segunda-feira, 12 de maio de 2014

Caso Bernardo - Suspeita presa escreve carta e diz que irmão é inocente

Edelvânia Wirganovicz está presa em uma penitenciária de Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre
Edelvânia Wirganovicz está presa em uma penitenciária de Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre

A assistente social Edelvânia Wirganoviz escreveu uma carta de dentro da prisão garantindo que o irmão não está envolvido na morte de Bernardo Boldrini, de 11 anos. Evandro Wirganovicz foi a quarta pessoa presa pela polícia desde que o corpo da criança foi localizado no dia 14 de abril. Ele foi detido no último sábado (10), em Frederico Westphalen. Além de Evandro e de Edelvânia, também estão presos o pai do menino, o médico Leandro Boldrini, e a madrasta, a enfermeira Graciele Ugulini. — Ela exclui qualquer participação dele. O justiça da Comarca de Três Passos, aceitou o pedido da Polícia Civil e decretou a prisão temporária de Evandro Wirganovicz pelo prazo de 30 dias. Como o terreno em que foi ocultado o corpo do menino é de difícil escavação e exige força física, a presença de um homem na cena do crime é algo verossímil. Além disso, prova testemunhal aponta indícios de que Evandro tenha estado, um ou dois dias antes do crime, nos arredores do local onde o corpo foi encontrado, o que pode indicar a premeditação do fato. A madrasta de Bernardo, Graciele Ugulini, está detida na Penitenciária Feminina de Guaíba, onde a assistente social Edelvânia Wirganovicz, amiga dela, também cumpre prisão. Já o pai do garoto, Leandro Boldrini, está detido na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas.

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