
Arma utilizada no crime foi encontrada na residência de Henrique
Deu início nesta segunda-feira (12) o processo de elucidação do crime de homicídio contra o cabeleireiro Antônio Souza Bastos, 35 anos, morto com um tiro na cabeça após sair de seu trabalho no centro comercial da cidade de Iguatu. A apresentação na Delegacia Civil de dois acusados de cometer o crime, pois fim a algumas dúvidas do caso. A morte ocorrida na quinta-feira (08) na Rua Coronel Virgílio Coreia deixou várias incertezas quanto ao real motivo do crime. A polícia trabalhava com a hipótese de homicídio planejado ou latrocínio – roubo seguido de morte – essa última suposição descartada, com a apresentação espontânea dos acusados, Henrique Alves Rodrigues, 21 anos, e Elvis Henrique Gomes de Amorim, 21 anos. A dupla em depoimento ao Delegado Agenor Freitas confessou participação na morte do cabeleireiro. De acordo com o Delegado o motivo do homicídio, seria uma suposta divida no valor de R$ 2.000 que a vítima teria com Henrique Alves, esse, segundo a investigação seria o responsável por um único disparo que tirou a vida de Antônio. A arma do crime, um revolver calibre 38 foi encontrada na residência de Henrique Alves, “a arma foi localizada no telhado de sua casa”.

Antonio Souza Bastos foi morto com um tiro na cabeça
Elvis Henrique, que estava pilotando a moto disse em depoimento que não sabia que seu amigo iria cometer o crime, “não sabia que ele estava armado e muito menos que ele iria com o propósito de matar, quando vi a cena me desesperei não sabia o que fazer. A única coisa que sabia era que ele estava sendo ameaçado por Antonio” afirmou Elvis que responderá ao processo como testemunha. Já Henrique Alves contou em depoimento o momento que foi ameaçado, “Antonio me devia e fui cobrar essa divida em inúmeras ocasiões após chegar o vencimento do prazo, em uma dessas vezes que fui até ao seu encontro, ele disse que se fosse novamente cobrá-lo, usaria o dinheiro que me pagaria para mandar alguém me matar, foi quando tive a intenção de mata-lo”, contou Henrique Alves que já possui passagens pela polícia por porte ilegal de arma. Após serem ouvidos pela investigação, os dois foram liberados.
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