
Fotógrafo do jornal
Agora S.Paulo, Alex Silveira foi atingido no olho por bala de borracha durante
protesto de funcionários da rede publica de ensino, saúde e transportes em SP
A Justiça de São Paulo concedeu
na última sexta-feira (25) liminar (decisão provisória) que proíbe a PM
(Polícia Militar) de utilizar armas e balas de borracha para dispersar
manifestações. Agora, a PM paulista tem 30 dias para informar publicamente um
plano de ação em protestos de rua, que não inclua o uso deste tipo de equipamento,
sob o risco de multa diária no valor de R$ 100 mil, que devem ser imputados ao
governo do Estado em caso de descumprimento. Como a medida é liminar, há possibilidade
de o governo recorrer. De acordo com a decisão, há pontos obrigatórios que
devem estar inclusos no plano de ação da PM. Além da proibição do uso balas de
borracha, todos os envolvidos nas ações de policiamento deverão ter a
identificação dos nomes dos policiais afixada na farda de forma visível. O
plano de ação das tropas, em caso de necessidade de dispersão, deverá também indicar
o nome de quem o ordenou. O documento diz, ainda, que "sprays de pimenta e
gases podem eventualmente ser utilizados, mas em casos extremos".
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