
Crachá da aeromoça a
foi achado junto ao corpo na mala
A morte da aeromoça Michelli
Nogueira, 31, encontrada em uma mala na rodovia Dom Pedro 1º, em Nazaré
Paulista, foi motivada, de acordo com a polícia, por um flagrante que ela teria
dado no marido, Júlio César Arrabal, 41, no momento em que ele usava cocaína.
Arrabal também foi encontrado enforcado na casa da família, em Sumaré, e a suspeita
é que tenha se suicidado. Na casa da família, a polícia encontrou pinos vazios
de cocaína, uma garrafa de vodca consumida parcialmente. A polícia também achou
uma faca na casa da família, mas disse não acreditar que o objeto tenha sido
utilizado para matar a vítima. "Ela morreu devido a pancadas na cabeça. No
restante do corpo, não há vestígios de lesões, nem marca de perfurações".
Sem intenção - Segundo a polícia,
é provável que Arrabal não tenha tido a intenção de matar a mulher e que o
golpe que a matou tenha sido desferido em um momento de desespero, pois
familiares relataram à polícia que Michelli disse a ele que, caso continuasse a
usar entorpecentes, iria se separar.
Drogas - De acordo com um vizinho
da família, que pediu para não ser identificado, o casal vivia no local há dez
anos e o problema de Aderbal com as drogas era conhecido. De acordo com o
vizinho, no ano passado, o rapaz ficou três meses internado em uma clínica para
recuperação e saiu no final do ano. "Ela sofria muito, queria que ele
largasse o vício. Mas não eram um casal de muitas brigas".
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