
Um homem confessou ter matado a
mulher depois de ver fotos de uma suposta traição no celular dela em Leme, no
interior de São Paulo. A policial militar de 21 anos foi estrangulada até a
morte em um terreno. Larissa Santos Velasco, de 21 anos, e Gleizer Nunes
Velasco, de 27, se casaram em setembro de 2014, mas estavam juntos havia três
anos. Ela era soldado da Polícia Militar, tinha muitos sonhos e queria crescer
na carreira. Ele é operador de máquinas agrícolas e gostava de praticar artes
marciais. O homem também pretendia entrar na Polícia Militar. Na madrugada de
quarta-feira (10), Velasco pediu para Larissa levá-lo até a rodoviária, onde
ele embarcaria para São Paulo. Ele, supostamente, iria cuidar de documentos
referentes à sua entrada na corporação. Porém, ele a levou para um terreno no
distrito industrial da cidade, a cerca de três km da casa onde os dois moravam.
Segundo a polícia, Velasco agrediu a mulher e a estrangulou até a morte.
Depois, ele teria usado o mato seco para esconder o corpo e fugir. A família só
soube do desaparecimento na manhã seguinte, quando colegas de Larissa foram
busca-la para trabalharem em Limeira. Após o crime, a família descobriu, por
outras pessoas, que Velasco tinha um comportamento agressivo e explosivo. E que
muitos tinham medo dele. Velasco se escondeu na casa de um irmão em Mococa. Na
sexta-feira (12), ele se apresentou na delegacia confessando que havia matado a
mulher. O homem ainda disse que cometeu o crime porque descobriu supostas fotos
de traição no celular de Larissa. O computador e o celular da jovem foram
apreendidos pela polícia. O operador, que não tinha antecedentes criminais, foi
indiciado por homicídio qualificado. Velasco teve a prisão temporária decretada
por 30 dias e foi levado para a Cadeia de Pirassununga.
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