
Cerca de 250 litros do
entorpecente conhecido popularmente como ‘loló’ foram apreendidos pela polícia
em um barrado de uma favela de Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. Uma
espécie de lança-perfume caseiro, a droga foi apreendida pelo Departamento de
Investigações sobre Narcóticos (Denarc). Os investigadores recolheram 2.046
frascos de vários tamanhos. Um total de 18 galões cheios e um tambor com mais
de 140 litros do líquido transparente que provoca alucinações foram encontrados
no barraco de uma favela em Itaquera. Ninguém foi preso. Segundo a polícia,
esse tipo de loló é mais sofisticado, feito para ser vendido em portas de
escolas, faculdades, boates e festas rave. O loló é feito nos chamados
'laboratórios de fundo de quintal'. O líquido não é classificado pela Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Por isso, quando alguém é flagrado vendendo a droga, não recebe o mesmo
tratamento de um traficante. "Cai na classificação de crimes contra a
saúde pública, então é evidente que quem é apanhado vendendo, fabricando ou
distribuindo, vai ser preso em flagrante com base no crime de saúde
pública". A pena é de um a três anos de detenção.
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