Um açougueiro de 46 anos foi
assassinado no portão de casa, na última sexta-feira (10), no bairro Limão, em
Cariacica, no Espírito Santo. A suspeita é que Luis Carlos Candeia (foto) tenha
sido morto a pauladas, uma vez que a perícia encontrou pedaços de madeira
próximo ao corpo. A polícia acredita que Candeia estava saindo para trabalhar
quando foi surpreendido. No bairro ninguém soube informar como o crime
aconteceu nem quantas pessoas participaram do assassinato. Foi um vizinho que
estava saindo para trabalhar que viu o corpo caído em frente à residência e
acionou a polícia e a família. José costumava sair de casa às 4h30 para pegar
um ônibus para ir ao trabalho, que fica na cidade de Vila Velha. A polícia
trabalha com a hipótese de que ele foi surpreendido pelo assassino neste
momento. O portão de sua casa estava trancado quando ele foi morto. Alguns
vizinhos contaram que quando estava bebendo, Luis perdia a cabeça e se tornava
uma pessoa implicante. A família desconhece se ele estava recebendo ameaças.
Luis era separado e não tinha filhos. Ele não tinha passagens pela polícia.domingo, 12 de julho de 2015
CRIME - Açougueiro é assassinado no portão de casa no ES
Um açougueiro de 46 anos foi
assassinado no portão de casa, na última sexta-feira (10), no bairro Limão, em
Cariacica, no Espírito Santo. A suspeita é que Luis Carlos Candeia (foto) tenha
sido morto a pauladas, uma vez que a perícia encontrou pedaços de madeira
próximo ao corpo. A polícia acredita que Candeia estava saindo para trabalhar
quando foi surpreendido. No bairro ninguém soube informar como o crime
aconteceu nem quantas pessoas participaram do assassinato. Foi um vizinho que
estava saindo para trabalhar que viu o corpo caído em frente à residência e
acionou a polícia e a família. José costumava sair de casa às 4h30 para pegar
um ônibus para ir ao trabalho, que fica na cidade de Vila Velha. A polícia
trabalha com a hipótese de que ele foi surpreendido pelo assassino neste
momento. O portão de sua casa estava trancado quando ele foi morto. Alguns
vizinhos contaram que quando estava bebendo, Luis perdia a cabeça e se tornava
uma pessoa implicante. A família desconhece se ele estava recebendo ameaças.
Luis era separado e não tinha filhos. Ele não tinha passagens pela polícia.
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