
Uma mulher grávida identificada
como Tatiana, de 31 anos, morreu na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do
Engenho Novo, zona norte do Rio de Janeiro. Segundo a família, a mulher deu
entrada na unidade como vítima de assalto, mas a suspeita é de que ela tenha
feito um aborto antes de ir para a UPA. A irmã de Tatiana, que preferiu não se
identificar, contou que ela saiu de casa, na última quinta-feira (9), sem falar
com a família. No dia seguinte, os familiares foram comunicados, por meio de
mensagem no celular, que ela tinha morrido. De acordo com a irmã da vítima,
quem mandou a mensagem foi uma enfermeira da UPA. Na mensagem, a enfermeira
disse que Tatiana teria morrido durante um aborto realizado em uma clínica
clandestina. A mulher que teria levado Tatiana para UPA ainda não foi
identificada. No registro de entrada da UPA, constam o nome e o telefone dessa
mulher. A família já procurou pela mulher e descobriu que os dados informados
por ela são falsos. A irmã de Tatiana acredita que ela não disse para família
que estava grávida porque já possuía três filhos e era mãe solteira. No IML
(Instituto Médico Legal), a família descobriu que o feto não chegou a ser
retirado. O corpo da jovem tinha sinais de agressão. Na bolsa que Tatiana usava
antes de morrer, foram encontrados um remédio para hemorragia, algumas peças de
roupa e um papel com um endereço e telefone da suposta clínica clandestina.
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