terça-feira, 14 de julho de 2015

Grávida morre e a sua família suspeita de aborto clandestino Tatiana morreu em unidade de saúde

Uma mulher grávida identificada como Tatiana, de 31 anos, morreu na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Engenho Novo, zona norte do Rio de Janeiro. Segundo a família, a mulher deu entrada na unidade como vítima de assalto, mas a suspeita é de que ela tenha feito um aborto antes de ir para a UPA. A irmã de Tatiana, que preferiu não se identificar, contou que ela saiu de casa, na última quinta-feira (9), sem falar com a família. No dia seguinte, os familiares foram comunicados, por meio de mensagem no celular, que ela tinha morrido. De acordo com a irmã da vítima, quem mandou a mensagem foi uma enfermeira da UPA. Na mensagem, a enfermeira disse que Tatiana teria morrido durante um aborto realizado em uma clínica clandestina. A mulher que teria levado Tatiana para UPA ainda não foi identificada. No registro de entrada da UPA, constam o nome e o telefone dessa mulher. A família já procurou pela mulher e descobriu que os dados informados por ela são falsos. A irmã de Tatiana acredita que ela não disse para família que estava grávida porque já possuía três filhos e era mãe solteira. No IML (Instituto Médico Legal), a família descobriu que o feto não chegou a ser retirado. O corpo da jovem tinha sinais de agressão. Na bolsa que Tatiana usava antes de morrer, foram encontrados um remédio para hemorragia, algumas peças de roupa e um papel com um endereço e telefone da suposta clínica clandestina.

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