domingo, 12 de julho de 2015

Menor que sobreviveu a linchamento no Maranhão mostra ferimentos e diz que foi reconhecido por vizinho

Menor que sobreviveu ao espancamento no Maranhão mostra os ferimentos
Menor que sobreviveu ao espancamento no Maranhão mostra os ferimentos

Cinco dias após as agressões sofridas no bairro Jardim São Cristóvão, em São Luís, no Maranhão, o adolescente de 17 anos que sobreviveu à sessão de espancamento ainda traz nos corpo as marcas da violência. O menor tem escoriações no rosto, nos dois braços e nas pernas, além de uma lesão no ombro e um dente trincado. O adolescente acompanhava, na última segunda-feira, Cleidenilson Pereira da Silva, de 29 anos, numa suposta tentativa de assalto a um bar. Cleidenilson acabou amarrado a um poste e morreu com socos e golpes com uma garrafa de cerveja. O menor fingiu estar desacordado e se salvou. Ele contou que um vizinho estava no grupo que acompanhava as agressões: — Ele me reconheceu e começou a falar para as pessoas pararem. Se não fosse por isso, poderia ter sido pior. Desde o ocorrido, o menor só tem saído de casa para prestar depoimento. Com medo, a família pensa em tirá-lo de casa por um período. O adolescente deixou a escola no fim do ano passado, quando cursava a quinta série, expulso depois de “uma guerra de jambo” — alunos de duas turmas se enfrentaram no pátio, atirando frutas uns contra os outros. Passado o susto da morte, ele não titubeia ao dizer os planos para o futuro: - Vou voltar a estudar. Com certeza.

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Menor que sobreviveu ao espancamento no Maranhão mostra os ferimentos
Menor que sobreviveu ao espancamento no Maranhão mostra os ferimentos
Menor que sobreviveu ao espancamento no Maranhão ao lado da mãe

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