Taís Teixeira de Oliveira, de 21
anos, foi baleada quando voltada de uma festa com amigas - 10 criminosos foram
presos
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Taís foi atingida por um tiro na
cabeça
Morreu, na tarde de quarta-feira (3), a recepcionista Taís Teixeira de
Oliveira, de 21 anos, atingida por um tiro na cabeça durante o ataque a banco
ocorrido em Uberaba na última quinta-feira (27). A informação foi confirmada na
manhã desta quinta-feira (4) pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal
do Triângulo Mineiro (HC-UFTM).
Taís foi atingida por um tiro na cabeça no momento em que voltava de uma
festa com amigas, em um carro de aplicativo, quando o grupo foi surpreendido
pelo tiroteio. Como os criminosos impossibilitaram o deslocamento de
ambulâncias e unidades de resgate dos bombeiros e do Serviço de Atendimento
Móvel de Urgência (Samu), ela foi levada pelo motorista do veículo até o
pronto-socorro do HC-UFTM. Desde então, o quadro dela era considerado
gravíssimo pela equipe médica.
O ataque
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Agência Banco do Brasil em
Uberaba atingida por tiros durante ação de criminosos
Um grupo de criminosos formado por 25 integrantes fortemente armados
cercou a região central de Uberaba por volta das 3h30 da última quinta-feira
(27) e fez diversos disparos, assustando moradores.
Segundo o Registro de Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) feito
pela Polícia Militar (PM), enquanto alguns dos assaltantes faziam disparos para
o alto e na direção de lojas e veículos na região, outros invadiram o Banco do
Brasil, e explodiram o cofre da agência. Em nota, a assessoria de imprensa do
BB informou que não informa valores subtraídos durante ataques criminosos às
agências/unidades.
Dois vigilantes do banco, que foram feitos reféns, precisaram ser
socorridos por terem inalado fumaça. Ambos não tiveram ferimentos.
Os autores também renderam dois homens e um rapaz em uma farmácia. Os
três foram colocados em uma caminhonete e mantidos como reféns. Segundo a PM,
as vítimas só foram liberadas após os criminosos deixarem o local das explosões.
Uma das vítimas caiu da carroceria da caminhonete e sofreu lesões leves.
Por volta de 4h, Taís Teixeira, de 21 anos, que estava como passageira
de um Uber, foi atingida na cabeça por um dos tiros disparados pelos
criminosos. Ela foi encaminhada ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal
do Triângulo Mineiro (HC-UFTM).
Outro jovem, de 28 anos, que estava como garupa de uma motocicleta na
região central, também foi baleado e atingido no pé esquerdo.
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Dez criminosos se entregam e
polícia apreende fuzis e munição
Assim que a PM montou cerco nas proximidades do Banco do Brasil, houve
troca de tiros com os criminosos. Em seguida, os ladrões entraram nos veículos
com os malotes roubados na agência e fugiram.
Ainda segundo a PM, durante todo o percurso, os assaltantes atiraram na
direção dos militares, que revidaram. Além disso, os criminosos também jogaram
pelo caminho “miguelitos”, que são pregos retorcidos para furar pneus.
Também houve troca de tiros próximo ao bairro rural de Peirópolis. Na
região, os autores tentaram roubar um veículo e atiraram contra uma caminhonete
S10 conduzida por um motorista de 45 anos, que foi baleado na panturrilha
direita. Mesmo ferido, ele conseguiu fugir dos ladrões.
Como não conseguiram roubar a caminhonete S10, os criminosos roubaram
uma Saveiro de propriedade da concessionária Triunfo. Nesta Saveiro, eles foram
até uma fazenda na comunidade rural de São Basílio, onde fizeram mais reféns.
No local, eles abandonaram o veículo com vários materiais e munição na
carroceria.
Em seguida, ainda na fazenda, os autores roubaram um caminhão, que foi
utilizado como transporte para o grupo e para os reféns.
Nas buscas pela quadrilha, a PM encontrou o caminhão em uma estrada
vicinal. Dentro da carroceria estavam dez criminosos, que atiraram contra os
militares que, mais uma vez, atiraram de volta. Então, o grupo gritou que
estava com sete reféns, incluindo uma criança de dois anos.
O caminhão foi cercado por viaturas e pelo helicóptero Pegasus. Após
horas de negociação, os dez homens se entregaram e libertaram os reféns.
Ainda segundo a PM, durante a libertação das vítimas, os criminosos
colocaram nas roupas de um dos reféns quase R$ 3 mil em dinheiro para que os
militares se confundissem e achassem que era um dos integrantes da quadrilha. O
dinheiro foi apreendido.
No mesmo momento, os ladrões quebraram os próprios celulares e os
jogaram no meio do mato, mas todos os aparelhos foram recolhidos. Um celular
que foi usado para negociação também foi apreendido.
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Vários
fuzis e munição foram apreendidos com autores após o ataque em Uberaba
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