
A Polícia Civil de Minas Gerais
prendeu em flagrante nesta quinta-feira (16) uma mulher acusada de ter matado a
mãe adotiva, uma idosa de 84 anos, usando veneno para matar ratos, na casa da
vítima, na região oeste de Belo Horizonte. O crime, segundo a investigação,
ocorreu na terça-feira passada (14), mas só foi descoberto nesta quinta. Conforme
a polícia, Aparecida Jordão de Carvalho, 47, será indiciada por homicídio
triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A filha da suspeita acionou a
polícia, alegando que estava sendo impedida pela mãe de entrar no imóvel. De
acordo com a versão da jovem, ela desconfiou que algo pudesse ter ocorrido com
a avó, que estava sob os cuidados da acusada. Segundo testemunhas, Aparecida
tem histórico de maus-tratos contra a mãe adotiva e ainda foi acusada de se
apossar da aposentadoria dela. O corpo da idosa foi localizado dentro de um
banheiro da casa. Na delegacia, Aparecida Jordão de Carvalho, 47, teria dito
aos policiais que a casa da mãe estava infestada de ratos e, por esse motivo,
ela deixou um pedaço de queijo, em cima da mesa, e no qual introduziu o veneno
para matar ratos. A mulher mora em outra casa, no mesmo lote em que a vítima
vivia. Segundo o relato da polícia, Aparecida teria dito que a mãe a procurou à
noite, no dia 14, dizendo que estava sentindo fortes dores no estômago. Ela
disse ter ido à casa da vítima e percebido que ela havia ingerido o pedaço do
alimento. Após a mulher ter morrido, a polícia acusa Aparecida de ter limpado o
corpo da idosa e o escondido no cômodo onde os investigadores o encontraram. Acusada
diz que não acionou socorro médico porque "ninguém acreditaria em sua
versão".
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