
Os casos confirmados de
chikungunya, dengue e zika aumentaram 63% em duas semanas no Ceará. O boletim
da semana epidemiológica 18, divulgado nesta sexta-feira, 5, aponta 16.817
confirmações das três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Até o
momento, ocorreram quatro mortes no Estado provocadas pelas arboviroses.
O caso mais recente de óbito
ocorreu em abril, por causa da dengue, em Tabuleiro do Norte, interior do
Ceará. Anteriormente, duas mortes já haviam sido confirmadas em Fortaleza e
Maracanaú. A Capital também tem o registro de uma morte por chikungunya. Os
dados são da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa).
Conforme o boletim da Sesa, a
chikungunya lidera os casos no Estado, entre as arboviroses. Até o momento, são
10.592 casos confirmados. O número representa um aumento de 70% nas últimas
duas semanas, quando as confirmações chegaram a 6.217. Os municípios com as
maiores taxas de incidência dos casos confirmados (acima de 300 por 100 mil
habitantes) são Baturité, Catarina, Tejuçuoca, Aracoiaba, Ocara, Pentecoste,
Caucaia e Ocara. O sexo feminino foi predominante em todas as faixas etárias,
exceto as idades até 14 anos.
A dengue já possui 6.105 casos
confirmados no Estado, registrando aumento de 50% em relação as últimas duas
semanas. Entre as confirmações, cinco casos são de dengue grave, nos quais três
chegaram ao óbito. De acordo com o boletim, cinco municípios apresentam alta
incidência da doença: Alto Santo, Brejo Santo, Farias Brito, Iracema e
Tabuleiro do Norte.
Nas últimas duas semanas, os
casos confirmados de zika no Ceará saíram de 54 para 120. Os municípios de
Brejo Santo, Independência, Caucaia, Icó, Fortaleza e Maracanaú confirmaram
casos de zika em gestantes.
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